7 de novembro de 2010

DIRECT PARCEL SERVICE - UMA FRAUDE

Prezados Senhores,
Muito boa tarde!
Se existe alguma palavra que eu possa usar neste momento, sinceramente eu não sei. Os termos que mais se aproximam da situação em que você me colocaram são: incompetência profissional, improbidade administrativa ou, ainda, quebra de acordo comercial.
Tentei resolver o problema diretamente com a EMBRATEL mas lá, como aqui, a falta de profissionalismo também é grande.
O que me faz escrever para vocês é o fato de que a EMBRATEL os responsabiliza pela falta de entrega do meu aparelho. Logo, é com vocês que tenho que me entender.
Fiz uma compra de uma linha telefônica LIVRE CONTROLE TOTAL há mais de uma semana e me deram um prazo de 07 (sete) dias úteis para a entrega. Esperei e não recebi.
Passado este período, e depois de inúmeros telefonemas para o LIVRE EMBRATEL para saber o status do pedido, traduzindo: "onde está o meu aparelho?" recebi a informação de que no sistema deles constava a informação de que havia sido feita uma tentativa de entrega no dia 30/10, sob a alegação MENTIROSA de que o cliente estava viajando. Isto não ocorreu. Ninguém viajou. Quem viajou foi o entregador que deve ter "suposto" que por ser feriado era imperioso viajar. Bela desculpa. Faça-me o favor.
Na segunda feira seguinte, dia 01/11, me aparece aqui ESTE entregador OSWALDO, que mora em Del Castilho, desesperado, alegando que tinha tentado entregar o aparelho e que não encontrou ninguém em casa. Mentira. E por decisão dele, entregador OSWALDO, ele CANCELOU A ENTREGA sem o meu conhecimentO E DEVOLVEU O APARELHO À TRANSPORTADORA.
Quando percebeu a besteira que tinha feito disse que traria o aparelho no dia seguinte (02/10). Não apareceu e eu já sabia que não iria aparecer porque, além de ser feriado o aparelho não estava mais com ele.
Enfim, A Embratel, assim como vocês, pensam que eu sou alguma idiota. No call center do LIVRE tentaram de todas as formas me boicotar informações, desligaram várias vezes o telefone no meu ouvido e se recusaram a dizer com qual transportadora trabalhavam. Como não sou relamente uma pessoa estúpida, e capaz de encontrar o capeta escondido em baixo da batina de São Pedro, corri atrás e achei vocês.
E vim resolver o problema dirtamente aqui, a FONTE de toda esta bagunça, que contrata entregadores que, além de mentirosos, tomam decisões por conta própria.
O cancelamento de qualquer pedido só pode ser feito pelo cliente que assina e justifica o motivo pelo qual não vai receber a encomenda. Isto não é função do entregador.
O resultado é que a EMBRATEL alega que teve que abrir uma nova Ordem de Serviço e que, por conta disto, eu ainda trei que espera mais 05 (cinco) dias úteis para a entrega, além dos 07 que já esperei. Sinceramente, é fazer o client de palhaço.
De início peguei logo todos os dados no sistema de vocês:

ESTÊVÃO MEIRIM COUTINHO BUARQUE DE MORAES
REMESSA 00690000902416 DE 27/10/2010
NÚMERO DO PEDIDO: 3932246
NF: 859669
E NO DIA 05/11 O STATUS DO PEDIDO ERA DEVOL DEST

Em resumo, LIVRE EMRATEL não conhece o sitema de vocês e vocês não conhecem o sitema deles. Lá, as informaçãoes dadas são as mais absurdas e contraditórias possíveis.
No último  sábado, ontem,06/10, recebi de 5 operadores cinco informações diferentes sobre o meu pedido, dentro da mesma empresa.
Na sexta anteiror, dia 05/10, me mandaram esperar a entrega até meia noite porque ainda era dia útil...  Vocês entregam até meia-noite? Se não entegam, avisem à EMBRATEL para não prestar este tipo de informação fraudulenta porque, até agora, lá, apesar de ser uma bagunça, não exclui o fato de que VOCÊS é que não estão cumprindo os prazoz de entrega.

Na EMBRATEL cada atendente fala o que der na cabeça e o cliente que se dane.
Então que se esclareça o seguinte:  quando afinal, esta empresa que esconde e não publica o telefone no site (com certeza para não receber reclamações) vai entregar o meu aparelho?

Para ajudar vocês, dar uma luz, se por uma remota possibilidade algum outro entregador desavisado alegar que não tinha ninguém em casa (será mais uma mentira) eu, por graça e concessão, estou autorizando a entrega do aparelho no endereço:
RUA ROCHA PITA - Nº 92 - APTO 405 - CACHAMBI.
Mesmo Rua, apenas números diferentes.  Será que conseguirão entender isto?

Finalizando, como vocês são uma empresa midiática, estou, neste momento, aproveitando esta ferramenta e publicando esta nota em todos os sites que vocês disponibilizam além de blogs, jornais on line e redes sociais. Vou inclusive criar várias comunidades para alertar a população.
É importante e um dever de cidadão alertar à população quanto a est tipo de falcatrua.
Se vocês não nos atendem como prometem temos o direito de nos defender.
Atenciosamente,
Virgínia Meirim

2 de novembro de 2010

Esses dois pegam os animais indefesos e simplismente matam eles. Enforcam, esfaqueiam... E só Deus sabe o que mais fazem.
Por favor, faça circular isso na internet. Logo essa mensagem chegará no
computador de alguem que possa identificá-los, que os conheça do bairro,
da escola, das baladas... Assim que forem identificados, informe a
polícia e as lideranças do movimento de defesa dos animais.

Se a foto é montagem ou não, para sacanear alguém, eu não sei. Mas prefiro
empiricamente identificar o fato, dentro de nossas circuntâncias de
análise, como possível realidade.

Divulguem


11 de outubro de 2010

DEZ FALSOS MOTIVOS PARA NÃO VOTAR NA DILMA

http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/dez-falsas-raz%C3%B5es-para-n%C3%A3o-votar-na-dilma



Dez falsos motivos para não votar na Dilma
por Jorge Furtado em 25 de julho de 2010
Tenho alguns amigos que não pretendem votar na Dilma, um ou outro até diz que vai votar no Serra. Espero que sigam sendo meus amigos. Política, como ensina André Comte-Sponville, supõe conflitos: “A política nos reúne nos opondo: ela nos opõe sobre a melhor maneira de nos reunir”.

Leio diariamente o noticiário político e ainda não encontrei bons argumentos para votar no Serra, uma candidatura que cada vez mais assume seu caráter conservador. Serra representa o grupo político que governou o Brasil antes do Lula, com desempenho, sob qualquer critério, muito inferior ao do governo petista, a comparação chega a ser enfadonha, vai lá para o pé da página, quem quiser que leia. (1)

Ouvi alguns argumentos razoáveis para votar em Marina, como incluir a sustentabilidade na agenda do desenvolvimento. Marina foi ministra do Lula por sete anos e parece ser uma boa pessoa, uma batalhadora das causas ambientalistas. Tem, no entanto (na minha opinião) o inconveniente de fazer parte de uma igreja bastante rígida, o que me faz temer sobre a capacidade que teria um eventual governo comandado por ela de avançar em questões fundamentais como os direitos dos homossexuais, a descriminalização do aborto ou as pesquisas envolvendo as células tronco.

Ouço e leio alguns argumentos para não votar em Dilma, argumentos que me parecem inconsistentes, distorcidos, precários ou simplesmente falsos. Passo a analisar os dez mais freqüentes.

1. “Alternância no poder é bom”.

Falso. O sentido da democracia não é a alternância no poder e sim a escolha, pela maioria, da melhor proposta de governo, levando-se em conta o conhecimento que o eleitor tem dos candidatos e seus grupo políticos, o que dizem pretender fazer e, principalmente, o que fizeram quando exerceram o poder. Ninguém pode defender seriamente a idéia de que seria boa a alternância entre a recessão e o desenvolvimento, entre o desemprego e a geração de empregos, entre o arrocho salarial e o aumento do poder aquisitivo da população, entre a distribuição e a concentração da riqueza. Se a alternância no poder fosse um valor em si não precisaria haver eleição e muito menos deveria haver a possibilidade de reeleição.

2. “Não há mais diferença entre direita e esquerda”.

Falso. Esquerda e direita são posições relativas, não absolutas. A esquerda é, desde a sua origem, a posição política que tem por objetivo a diminuição das desigualdades sociais, a distribuição da riqueza, a inserção social dos desfavorecidos. As conquistas necessárias para se atingir estes objetivos mudam com o tempo. Hoje, ser de esquerda significa defender o fortalecimento do estado como garantidor do bem-estar social, regulador do mercado, promotor do desenvolvimento e da distribuição de riqueza, tudo isso numa sociedade democrática com plena liberdade de expressão e ampla defesa das minorias. O complexo (e confuso) sistema político brasileiro exige que os vários partidos se reúnam em coligações que lhes garantam maioria parlamentar, sem a qual o país se torna ingovernável. A candidatura de Dilma tem o apoio de políticos que jamais poderiam ser chamados de “esquerdistas”, como Sarney, Collor ou Renan Calheiros, lideranças regionais que se abrigam principalmente no PMDB, partido de espectro ideológico muito amplo. José Serra tem o apoio majoritário da direita e da extrema-direita reunida no DEM (2), da “direita” do PMDB, além do PTB, PPS e outros pequenos partidos de direita: Roberto Jefferson, Jorge Bornhausen, ACM Netto, Orestes Quércia, Heráclito Fortes, Roberto Freire, Demóstenes Torres, Álvaro Dias, Arthur Virgílio, Agripino Maia, Joaquim Roriz, Marconi Pirilo, Ronaldo Caiado, Katia Abreu, André Pucinelli, são todos de direita e todos serristas, isso para não falar no folclórico Índio da Costa, vice de Serra. Comparado com Agripino Maia ou Jorge Bornhausen, José Sarney é Che Guevara.

3. “Dilma não é simpática”.

Argumento precário e totalmente subjetivo. Precário porque a simpatia não é, ou não deveria ser, um atributo fundamental para o bom governante. Subjetivo, porque o quesito “simpatia” depende totalmente do gosto do freguês. Na minha opinião, por exemplo, é difícil encontrar alguém na vida pública que seja mais antipático que José Serra, embora ele talvez tenha sido um bom governante de seu estado. Sua arrogância com quem lhe faz críticas, seu destempero e prepotência com jornalistas, especialmente com as mulheres, chega a ser revoltante.

4. “Dilma não tem experiência”.

Argumento inconsistente. Dilma foi secretária de estado, foi ministra de Minas e Energia e da Casa Civil, fez parte do conselho da Petrobras, gerenciou com eficiência os gigantescos investimentos do PAC, dos programas de habitação popular e eletrificação rural. Dilma tem muito mais experiência administrativa, por exemplo, do que tinha o Lula, que só tinha sido parlamentar, nunca tinha administrado um orçamento, e está fazendo um bom governo.

5. “Dilma foi terrorista”.

Argumento em parte falso, em parte distorcido. Falso, porque não há qualquer prova de que Dilma tenha tomado parte de ações “terroristas”. Distorcido, porque é fato que Dilma fez parte de grupos de resistência à ditadura militar, do que deve se orgulhar, e que este grupo praticou ações armadas, o que pode (ou não) ser condenável. José Serra também fez parte de um grupo de resistência à ditadura, a AP (Ação Popular), que também praticou ações armadas, das quais Serra não tomou parte. Muitos jovens que participaram de grupos de resistência à ditadura hoje participam da vida democrática como candidatos. Alguns, como Fernando Gabeira, participaram ativamente de seqüestros, assaltos a banco e ações armadas. A luta daqueles jovens, mesmo que por meios discutíveis, ajudou a restabelecer a democracia no país e deveria ser motivo de orgulho, não de vergonha.

6. “As coisas boas do governo petista começaram no governo tucano”.

Falso. Todo governo herda políticas e programas do governo anterior, políticas que pode manter, transformar, ampliar, reduzir ou encerrar. O governo FHC herdou do governo Itamar o real, o programa dos genéricos, o FAT, o programa de combate a AIDS. Teve o mérito de manter e aperfeiçoá-los, desenvolvê-los, ampliá-los. O governo Lula herdou do governo FHC, por exemplo, vários programas de assistência social. Teve o mérito de unificá-los e ampliá-los, criando o Bolsa Família. De qualquer maneira, os resultados do governo Lula são tão superiores aos do governo FHC que o debate “quem começou o quê” torna-se irrelevante.

7. “Serra vai moralizar a política”.

Argumento inconsistente. Nos oito anos de governo tucano-pefelista - no qual José Serra ocupou papel de destaque, sendo escolhido para suceder FHC - foram inúmeros os casos de corrupção, um deles no próprio Ministério da Saúde, comandado por Serra, o superfaturamento de ambulâncias investigado pela “Operação Sanguessuga”. Se considerarmos o volume de dinheiro público desviado para destinos nebulosos e paraísos fiscais nas privatizações e o auxílio luxuoso aos banqueiros falidos, o governo tucano talvez tenha sido o mais corrupto da história do país. Ao contrário do que aconteceu no governo Lula, a corrupção no governo FHC não foi investigada por nenhuma CPI, todas sepultadas pela maioria parlamentar da coligação PSDB-PFL. O procurador da república ficou conhecido com “engavetador da república”, tal a quantidade de investigações criminais que morreram em suas mãos. O esquema de financiamento eleitoral batizado de “mensalão” foi criado pelo presidente nacional do PSDB, senador Eduardo Azeredo, hoje réu em processo criminal. O governador José Roberto Arruda, do DEM, era o principal candidato ao posto de vice-presidente na chapa de Serra, até ser preso por corrupção no “mensalão do DEM”. Roberto Jefferson, réu confesso do mensalão petista, hoje apóia José Serra. Todos estes fatos, incontestáveis, não indicam que um eventual governo Serra poderia ser mais eficiente no combate à corrupção do que seria um governo Dilma, ao contrário.

8. “O PT apóia as FARC”.

Argumento falso. É fato que, no passado, as FARC ensaiaram uma tentativa de institucionalização e buscaram aproximação com o PT, então na oposição, e também com o governo brasileiro, através de contatos com o líder do governo tucano, Arthur Virgílio. Estes contatos foram rompidos com a radicalização da guerrilha na Colômbia e nunca foram retomados, a não ser nos delírios da imprensa de extrema-direita. A relação entre o governo brasileiro e os governos estabelecidos de vários países deve estar acima de divergências ideológicas, num princípio básico da diplomacia, o da auto-determinação dos povos. Não há notícias, por exemplo, de capitalistas brasileiros que defendam o rompimento das relações com a China, um dos nossos maiores parceiros comerciais, por se tratar de uma ditadura. Ou alguém acha que a China é um país democrático?

9. “O PT censura a imprensa”.

Argumento falso. Em seus oito anos de governo o presidente Lula enfrentou a oposição feroz e constante dos principais veículos da antiga imprensa. Esta oposição foi explicitada pela presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) que declarou que seus filiados assumiram “a posição oposicionista (sic) deste país”. Não há registro de um único caso de censura à imprensa por parte do governo Lula. O que há, frequentemente, é a queixa dos órgãos de imprensa sobre tentativas da sociedade e do governo, a exemplo do que acontece em todos os países democráticos do mundo, de regulamentar a atividade da mídia.


10. “Os jornais, a televisão e as revistas falam muito mal da Dilma e muito bem do Serra”.

Isso é verdade. E mais um bom motivo para votar nela e não nele.

x


(1) Alguns dados comparativos dos governos FHC e Lula.

Geração de empregos (incluindo com e sem carteira assinada):
FHC/Serra = 5 milhões x Lula/Dilma = 15 milhões

http://blogdolen.files.wordpress.com/2010/01/taxadesemprego.jpg

Salário mínimo:
FHC/Serra = 64 dólares x Lula/Dilma = 290 dólares

http://blogdolen.files.wordpress.com/2010/01/salariominimoxcestabasica.jpg

http://blogdolen.files.wordpress.com/2010/01/salario-minimo-reajustado.jpg

Mobilidade social (brasileiros que deixaram a linha da pobreza):
FHC/Serra = 2 milhões x Lula/Dilma = 27 milhões

http://blogdolen.files.wordpress.com/2010/01/linhadamiseria.jpg

Risco Brasil:
FHC/Serra = 2.700 pontos x Lula/Dilma = 200 pontos

Dólar:
FHC/Serra = R$ 3,00 x Lula/Dilma = R$ 1,78

Reservas cambiais:
FHC/Serra = menos 185 bilhões de dólares  x Lula/Dilma = mais 239 bilhões de dólares

Relação crédito/PIB:
FHC/Serra = 14% x Lula/Dilma = 34%

Inflação:
FHC/Serra =12,5% (2002) x Lula/Dilma = 4,7% (2009)

Produção de automóveis:
FHC/Serra = queda de 20% x Lula/Dilma = aumento de 30%

Taxa de juros:
FHC/Serra = 27% x Lula/Dilma = 10,75%

1 de outubro de 2010

Luís Cláudio de Santana - 6548 (14 seg)

Discurso Luís Cláudio de Santana (2008)

LISTA DE DEPUTADOS FEDERAIS PARA ELEIÇÕES 2010

Se voce ainda não tem candidato para Deputado Federal considere a posssibilidade de eleger um homem que está na luta há anos pelos direitos dos servidores civis das Forças Armadas.
Nós servidores públicos da União, do Poder Executivo, precisamos de uma voz em Brasília. CLáudio é esta voz.
6548 6548 6548.
E a primeira vez que o servidor público federal chega tão perto do Parlamento. Não vamos deixar esta oportunidade passar.