28 de junho de 2007
Assexuados começam a sair do armário e, com a ajuda da internet, assumir sua indiferença pelo sexo - O Globo
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22 de abril de 2007
SOCORRO A PERNAMBUCO
PRIMEIRA CAMPANHA 2007 01/04/ A 28/04 GEAP
Itens da Campanha
Gente nossa campanha continua até o fim de abril 28/04.
ACESSE ESTE SITE PARA ACOMPANHAR AS MANIFESTAÇÕES CONTRA A VIOLÊNCIA
"Essa foi uma época em que toda a Inglaterra trabalhou e se esforçou até o limite máximo e esteve mais unida do que nunca. Homens e mulheres esfalfavam-se nos tornos e máquinas das fábricas até caírem no chão, exaustos, e terem de ser arrastados para longe e mandados para casa, enquanto seus lugares eram ocupados por outros que já haviam chegado antes da hora... o sentimento de medo parecia ausente do povo, e seus representantes no parlamento não ficaram aquém deste estado de ânimo... muitíssima gente se mostrava decidida a vencer ou morrer".
O relato acima foi feito pelo primeiro-ministro britânico Winston Churchill, logo após o término da Segunda Guerra Mundial. Com profunda gratidão pela bravura do povo inglês, num período em que a Inglaterra encontrava-se solitária na resistência ao nazismo, o grande estadista inglês lembra-se daqueles dias em que sua pátria foi salva pelo suor, união e coragem do seu próprio povo. Não resta dúvida de que o nosso estado carece de uma mobilização desta natureza por parte da sociedade civil. A pergunta, contudo, que se nos apresenta é: o que houve com o povo do Rio de Janeiro? Por um lado há a perplexidade com a patologia social que enfrentamos. Nunca tantos foram mortos sem clemência. Nunca tantos mataram sem remorso. Mas o mal sociológico que enfrentamos não é apenas caracterizado pela prática ativa do crime, ele está presente também nos olhos secos dos que contemplam a dor de milhares de famílias e nos braços cruzados dos que são meros espectadores da calamidade que nos cerca.Quando ando pelas ruas da nossa cidade, fico pensando no que pode ser feito para tirar o cidadão carioca da apatia em que se encontra. O que fazer para que ele passe a sentir? Ou canalizar o sentimento que existe para algo concreto e que transforme? Como conscientizá-lo do poder que tem de mudar a história desta cidade a massa que lota a Sapucaí, o Maracanã e a praia de Copacabana?Muito embora saiba que não está no homem o poder de transformar os sentimentos de uma pessoa, entendo que ninguém é mudado no campo das emoções enquanto não for mudado no campo da razão. A verdade liberta. Por isso, gostaria de levar os cidadãos da nossa cidade a considerarem os seguintes fatos:
1. Não devemos esperar a tragédia alcançar a nossa família para passarmos a agir. Fazer algo antes da dor nos atingir é sinal revelador de que não precisamos ser feridos na alma e na carne a fim de aprendermos a ser gente.
2. O jogo político-eleitoral tem minado a liberdade de ação dos nossos governantes. Muitos sabem o que devem fazer, mas não podem. Estão presos, sujeitos as táticas de intimidação dos que conhecem o caminho que aqueles tomaram para chegar ao poder. O Presidente da República, numa entrevista recente, disse que todos praticam esse jogo. Sem participação popular não haverá solução. Temos que acompanhar de perto as ações do governo, apoiá-lo em toda iniciativa que vise o cumprimento da constituição federal e defesa da vida, e não tolerarmos atrasos na peleja contra a barbárie ou cumplicidade com o crime.
3. O protesto nas ruas é um meio democrático e eficaz de transformação. Os franceses o chamam de "le pouvoir de la rue". O poder da rua. Nações desenvolvidas sabem disso e o praticam até hoje.
4. A organização da sociedade para a participação pacífica dá-se de modo simples. Igrejas podem participar. Não sei se há um lugar melhor para começar. Ali as pessoas já estão juntas. É só ter alma. Associações de moradores, uniões de estudantes e até torcidas de futebol podem ser organizar para a batalha em favor da vida.
5. Se nós do Rio de Janeiro nos organizarmos para o combate à violência, nossa afamada alegria não será vista como a alegria dos alienados e descerebrados.
Povos do passado, unidos, venceram conflitos mais graves do que os nossos. Nós cariocas estamos diante da possibilidade de fazer correr pelo mundo inteiro a notícia de que a batalha contra o crime na nossa cidade, foi vencida por um povo que não se reúne apenas para sambar, mas para lutar pela justiça e paz também.
Antônio Carlos Costa
Presidente do Rio de Paz
VAMOS DIVULGAR ESTE EVENTO
Criador:
Alegria Harmonia
Data:
Segunda-feira, Junho 4, 2007
Hora:
19:00
Local:
Em Casa
Cidade:
Todas
Detalhes:
====================No dia 4 de julho de 2007 fará UM ANO da morte do nosso querido e amado irmão RODRIGO NETTO. Faremos uma manifestação onde todos possam participar sem precisar sair de CASA.Se você não é INDIFERENTE A VIOLÊNCIA que está acabando com o BRASIL desligue a LUZ da sua casa às 19 HORAS e deixe uma vela na janela ao longo de 10 minutos, REPRESENTANDO a sua colaboração e o seu protesto contra a desigualdade e a a FAVOR DA VIDA.Sei que ainda falta um tempo, mas vamos começar a divulgar desde já esta iniciativa para que possamos chegar ao maior número de pessoas.COLOQUEM EM SEUS BLOGS, ORKUTS, FLOGS, passem por e-mail, msn, avisem aos seus familiares, amigos.FAÇAM CARTAZES e panfletos e conduza essa informação ao maior número de pessoas possíveis.Vamos mostrar nossa indignação sem sair de casa.Apague a luz e acenda uma vela no dia 4 de junho às 19 horas. Grande absTico Sta Cruz====================Fonte: Comunidade Tico Santa Cruzhttp://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=112070
20 de abril de 2007
FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO

A ESCALADA DA VIOLÊNCIA - ATÉ ONDE SOMOS TODOS CULPADOS?
Nos dias de hoje, com sentimentos de vingança e revolta à flor da pele fala-se muito em redução da maioridade penal, pena de morte já, “matou tem que morrer, “olho por olho...” e tantas outras sandices como resposta para a grave crise social que estamos atravessando.
Tenho ouvido e lido depoimentos nas páginas da WEB de arrepiar qualquer um que tenha um mínimo de senso moral e respeito à vida humana. Vejo tudo com muita cautela por entender que falta ao Homem uma rigorosa revisão do seu código de valores e que, à luz da emoção, nada se consegue de concreto.
Não é hora de se colocar na mesma cesta o nosso desespero, as nossas reivindicações e os nossos desafetos.
A verdade é que neste país ninguém olha para o próprio umbigo. O problema é sempre do outro e a solidariedade só aparece quando o risco começa a ficar bem próximo de nós.
O Homem por todos estes séculos evoluiu intelectualmente mas não deu a mínima importância ao seu progresso moral. O caminho para a resposta que todos procuram não está nas passeatas, nas velas acesas, não está lá fora, não é um OVNI. Ele está dentro de cada um de nós.
Cada cidadão precisa ter coragem para fazer um severo inventário moral do que têm sido suas atitudes ao longo destes anos e perguntar a si mesmo de que forma colaborou para que as nossas crianças de hoje se voltem contra a sociedade a ponto de cometer tantas atrocidades.
Maioridade penal? Não! abandono social, isto sim.
(Re)educar é difícil, dá um trabalho danado. Então a sociedade prefere fazer deste jeito: reduz a maioridade penal e o problema não é mais nosso.
Todos nós sabemos que o aprendizado se dá por repetição de modelos. Se o modelo não é bom o produto final é ruim. E se o modelo é bom mas o aprendiz se nega a repetir cabe a cada um de nós tomar as rédeas da situação, corrigir, vigiar.
O Governo tem culpa? Claro que tem! principalmente quando não se obriga a implantar e manter programas sociais. Mas isto não livra a nossa cara nem tira de nós a parcela de responsabilidade por esta bagunça que está aí.
É muito fácil sair por aí gritando pena de morte já.
Entretanto, é preciso lembrar que não conseguiremos limpar o mundo se estivermos com as mãos sujas.
Virgínia Meirim
http://www.youtube.com/watch?v=8MALAyiiexo
ASSISTA E REFLITA. NINGUÉM ESTÁ IMPUNE.
Coisas assim
Coisas assim, sem como explicar. Pessoas matando, pessoas morrendo, pessoas sofrendo. Omissão, descaso, corrupção.
O Homem criado à imagem e semelhança de Deus perde os valores morais, o respeito a si mesmo e à vida humana. Perde o Amor, abraça o ódio, a revolta e a vingança. Opõe-se ao seu semelhante em combates cruéis com cheiro de sangue e sabor de morte. Despreza a sociedade sem se dar conta que agindo assim se despreza também. Rompe relações sociais e não percebe que está rompendo também com as suas possibilidades de se impor como cidadão e ser capaz de exercer seu papel como pessoa de Bem. De trabalhar em prol de dias melhores, de uma vida melhor. De um mundo melhor.
Esbraveja justificando seus atos covardes pela ausência de oportunidades sociais e necessidades não atendidas. Mentira. Esquece que cada homem é senhor do seu destino quando lhe é dada a possibilidade de fazer escolhas. Neglicencia o fato de que quanto mais corretas forem estas escolhas melhor será o seu destino. Mata alegando que as suas vítimas são as responsáveis pela situação marginal em que se encontra. A sociedade é cruel, diz. A sociedade o oprime, rejeita, despreza, grita. Ódio social, ódio, ódio.
Disse sabiamente o filósofo Jean Paul Sartre: “Não importa o que fizeram de ti. Importa o que fizestes com o que fizeram de ti.”
Colocar-se como vítima de um sistema e usar da violência para se impor a este sistema é, no mínimo, burrice. É escolher viver acuado, escondido como um rato, prisioneiro da própria sorte.
Tenho pensado nestas questões e conclui que alegar ausência de políticas sociais como uma das principais causas para a escalada a criminalidade é discurso vazio. Quem é de matar vai matar. Quem é de corromper vai corromper. Quem é de ser corrompido há de se corromper. Se assim não fosse, como justificar tantos crimes hediondos cometidos por pessoas socialmente inseridas, com direito à educação, saúde e lazer?
Não precisamos ir longe para encontrar a resposta. O cerne da violência está dentro de cada indivíduo, na sua voluntária inversão de valores éticos e morais. Está na ânsia do ter, na busca do máximo de prazer com o mínimo de esforço.
No reino animal ostentamos o triste título da única espécie que mata seu semelhante não apenas por questões de sobrevivência. O Homem mata para ter o que não tem. Mata porque não gosta de alguém. Mata porque alguém não gosta dele. Mata profissionalmente. Mata por matar.
Dentro desta perspectiva o futuro da Humanidade há muito tempo está ameaçado e ninguém parece se importar com isto. Olha-se o problema de fora, como se nós mesmos não fizéssemos parte deste universo. Como se cada ameaça ao todo não significasse uma ameaça a cada indivíduo em particular.
As coisas não vão bem para o nosso lado. Correndo tudo bem, estamos todos fo@#$!”#didos.
7 de abril de 2007
ResultadoTotal de votos: 4793
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Sim, e participo sempre que posso 3.42%
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ANIVERSÁRIO 2007

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Atenciosamente,
Virgínia Meirim
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abraços fraternos em busca da PAZ.

















