12 de setembro de 2014
A oposição entra em alerta com risco de queda de Marina e derrota no 1° turno
O conservadorismo entrou em “alerta vermelho”, sem trocadilho.
O apogeu do foguete Marina foi atingido antes da hora e não dá para disfarçar que a candidata entrou em trajetória de queda, cuja velocidade ainda é, neste momento, difícil de calcular.
Os resultados apresentados pelo Ibope, ainda que numericamente “dentro da margem de erro” cristalizam uma tendência que, salvo por fatos novos favoráveis a Marina (e o arsenal foi usado fartamente) é de dificílima reversão.
Mesmo que seja verdadeiro o índice de 42% de rejeição a Dilma, transformar a eleição de primeiro turno em um disputa de “todos contra ela” pode “empurrar” a uma votação maciça de grande parte dos 58% que não a rejeitam.
É com o que Aécio Neves tem tentado se defender da chuva de punhaladas que vem recebendo de seus aliados, que já negociam com os marinistas, como revelou hoje Ilimar Franco, em O Globo, ao narrar o encontro entre Fernando Henrique Cardoso e o coordenador da campanha de Marina, Walter Feldman.
O desgaste de Marina, que ontem se procurou diagnosticar aqui com mais precisão, tem proporções muito significativas nas faixas de maior renda, de onde os movimentos de opinião pública se espalham com mais facilidade.
Quem viveu eleições por dentro, sabe que, na reta final, com votos cristalizados, é mais sólida a posição de quem vem enfrentando pauleira há muito tempo do que a de quem apareceu como novidade, mas perdeu o impulso.
A oposição vai, agora, jogar a defender, para garantir o segundo turno.
Enquanto a campanha de Dilma vai se lançar num rush para uma difícil, mas novamente fora do campo do impossível, vitória em primeiro turno.
avaliacaoEla ainda não conseguiu “colar” o crescimento da avaliação de Governo na decisão eleitoral, como você vê na tabela ao lado, do Ibope.
Um quinto dos que consideram seu governo ótimo e bom ainda não lhe declaram o voto, pois ela tem 30,5% em 38%.
Já Marina tem mais da metade de seus eleitores com um julgamento entre ótimo, bom e regular do governo Dilma: 18,3 em 31%.
Este dado já havia sido percebido ontem por Fábio Vasconcellos, em O Globo.
É na classe C, como se disse ontem aqui, que se travará a batalha destes últimos dias,
O apogeu do foguete Marina foi atingido antes da hora e não dá para disfarçar que a candidata entrou em trajetória de queda, cuja velocidade ainda é, neste momento, difícil de calcular.
Os resultados apresentados pelo Ibope, ainda que numericamente “dentro da margem de erro” cristalizam uma tendência que, salvo por fatos novos favoráveis a Marina (e o arsenal foi usado fartamente) é de dificílima reversão.
Mesmo que seja verdadeiro o índice de 42% de rejeição a Dilma, transformar a eleição de primeiro turno em um disputa de “todos contra ela” pode “empurrar” a uma votação maciça de grande parte dos 58% que não a rejeitam.
É com o que Aécio Neves tem tentado se defender da chuva de punhaladas que vem recebendo de seus aliados, que já negociam com os marinistas, como revelou hoje Ilimar Franco, em O Globo, ao narrar o encontro entre Fernando Henrique Cardoso e o coordenador da campanha de Marina, Walter Feldman.
O desgaste de Marina, que ontem se procurou diagnosticar aqui com mais precisão, tem proporções muito significativas nas faixas de maior renda, de onde os movimentos de opinião pública se espalham com mais facilidade.
Quem viveu eleições por dentro, sabe que, na reta final, com votos cristalizados, é mais sólida a posição de quem vem enfrentando pauleira há muito tempo do que a de quem apareceu como novidade, mas perdeu o impulso.
A oposição vai, agora, jogar a defender, para garantir o segundo turno.
Enquanto a campanha de Dilma vai se lançar num rush para uma difícil, mas novamente fora do campo do impossível, vitória em primeiro turno.
avaliacaoEla ainda não conseguiu “colar” o crescimento da avaliação de Governo na decisão eleitoral, como você vê na tabela ao lado, do Ibope.
Um quinto dos que consideram seu governo ótimo e bom ainda não lhe declaram o voto, pois ela tem 30,5% em 38%.
Já Marina tem mais da metade de seus eleitores com um julgamento entre ótimo, bom e regular do governo Dilma: 18,3 em 31%.
Este dado já havia sido percebido ontem por Fábio Vasconcellos, em O Globo.
É na classe C, como se disse ontem aqui, que se travará a batalha destes últimos dias,
Marina Silva: um cavalo de Troia batendo a sua porta
Marina Silva: um cavalo de Troia batendo a sua porta
Para além do que já se sabe, o que mais cabe dentro desse verdadeiro cavalo de Troia em que, de Agripino Maia, a Silas Malafaia, passando por jornal Folha de S. Paulo, Rede Globo, e revista Veja, já embarcaram?
O processo eleitoral este ano assumiu feições suis generis. Com a morte trágica do candidato do PSB, Eduardo Campos, parte do eleitorado conservador e mesmo preconceituoso migrou da candidatura de Aécio Neves para a de Marina Silva, sucessora de Campos na disputa.
Se antes o cenário de não haver segundo turno era plausível, hoje, com o setor financeiro, do agronegócio, das multinacionais, da imprensa golpista, de seitas neopentecostais com grande penetração nas periferias das grandes cidades, entre outros setores antidemocráticos, a hipótese de o país sair de uma rota de estabilidade de longo prazo para ingressar em outra de sérias turbulências econômicas e políticas, representado na candidatura de Marina Silva, é severa.
A possibilidade de paralisação de obras gigantescas relacionadas às hidrelétricas em construção, com prejuízos estratégicos, é concreta, uma vez que Marina sempre foi e continua sendo contrária a elas. A tranposição do rio São Francisco, em pleno curso, idem. A "independência" do Banco Central, na verdade privatização desse banco com a entrega de seu controle aos banqueiros privados, já foi assumida publicamente por ela. A exploração do pré-sal, ela mesma anunciou que vai colocar em segundo plano – é daí que virá um rio de verbas para a Educação e a Saúde - certamente isso está sendo negociado com petroleiras estrangeiras; a destruição da política de realimento internacional, com a criação do BRICS (Brasil, Russia, China, Índia e África do Sul), com ações na África e na América Latina, em privilégio do realinhamento incondicional com os EUA, também já foi anunciada.
Se até ontem ela era contra o emprego de transgênicos na atividade agrícola, agora seu vice é o mesmo que a atacou em nome do agronegócio. Ela é contra a pesquisa de células-tronco, contra a descriminalização do aborto, contra a união estável de pessoas do mesmo sexo, contra as religiões de matriz africana.
Abandonou o PT, ficou sem partido, foi para o PV, tentou criar o Rede, saiu do rede para se filiar ao PSB, mas já avisou que não ficará nesse partido. Ou seja, não tem respeito por nenhuma agremiação pela qual passou, despreza partidos políticos e navega solta no populismo aventureiro de Jânio Quadros e Collor de Melo.
Sem partido, usando o PSB como barriga de aluguel, a rigor, é um vácuo a ser preenchido (e já está sendo) pelo império dos bancos, da mídia golpista, de gênese lacerdista, e de fanáticos religiosos. É um verdadeiro cavalo de troia, uma aventura ultraconservadora travestida de "nova política", que não dispensa nem as famílias Roberto Marinho (da capiciosa Rede Globo) e Civita (da enojante revista Veja), nem os igualmente enojantes Silas Malafaia e Marcos Feliciano - os mesmos que consideram homossexualismo doença e obra do satanás.
A única forma de combatermos esse neojanismo temerário e potencialmente desastroso para os rumos estratégicos do Brasil e para a estabilidade democrática é nos reunirmos, discutirmos, avaliarmos o curso dos acontecimentos e irmos à luta para esclarecer nossos vizinhos, amigos, parentes, colegas de trabalho, entre os tantos que se mostram iludidos pela fala confusa dessa candidata. Aqui, vale o provérbio: "Atrás da confusão, mora o lobo".
Por isso estamos convidando você para o que segue:
Reuniões todas as 5as. Ffeiras, 19h30 – até o fim da campanha eleitoral
Sede da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
Av. Liberdade, 113, 3º. andar - Próximo à estação Liberdade do Metrô.
Para além do que já se sabe, o que mais cabe dentro desse verdadeiro cavalo de Troia em que, de Agripino Maia, a Silas Malafaia, passando por jornal Folha de S. Paulo, Rede Globo, e revista Veja, já embarcaram?
O processo eleitoral este ano assumiu feições suis generis. Com a morte trágica do candidato do PSB, Eduardo Campos, parte do eleitorado conservador e mesmo preconceituoso migrou da candidatura de Aécio Neves para a de Marina Silva, sucessora de Campos na disputa.
Se antes o cenário de não haver segundo turno era plausível, hoje, com o setor financeiro, do agronegócio, das multinacionais, da imprensa golpista, de seitas neopentecostais com grande penetração nas periferias das grandes cidades, entre outros setores antidemocráticos, a hipótese de o país sair de uma rota de estabilidade de longo prazo para ingressar em outra de sérias turbulências econômicas e políticas, representado na candidatura de Marina Silva, é severa.
A possibilidade de paralisação de obras gigantescas relacionadas às hidrelétricas em construção, com prejuízos estratégicos, é concreta, uma vez que Marina sempre foi e continua sendo contrária a elas. A tranposição do rio São Francisco, em pleno curso, idem. A "independência" do Banco Central, na verdade privatização desse banco com a entrega de seu controle aos banqueiros privados, já foi assumida publicamente por ela. A exploração do pré-sal, ela mesma anunciou que vai colocar em segundo plano – é daí que virá um rio de verbas para a Educação e a Saúde - certamente isso está sendo negociado com petroleiras estrangeiras; a destruição da política de realimento internacional, com a criação do BRICS (Brasil, Russia, China, Índia e África do Sul), com ações na África e na América Latina, em privilégio do realinhamento incondicional com os EUA, também já foi anunciada.
Se até ontem ela era contra o emprego de transgênicos na atividade agrícola, agora seu vice é o mesmo que a atacou em nome do agronegócio. Ela é contra a pesquisa de células-tronco, contra a descriminalização do aborto, contra a união estável de pessoas do mesmo sexo, contra as religiões de matriz africana.
Abandonou o PT, ficou sem partido, foi para o PV, tentou criar o Rede, saiu do rede para se filiar ao PSB, mas já avisou que não ficará nesse partido. Ou seja, não tem respeito por nenhuma agremiação pela qual passou, despreza partidos políticos e navega solta no populismo aventureiro de Jânio Quadros e Collor de Melo.
Sem partido, usando o PSB como barriga de aluguel, a rigor, é um vácuo a ser preenchido (e já está sendo) pelo império dos bancos, da mídia golpista, de gênese lacerdista, e de fanáticos religiosos. É um verdadeiro cavalo de troia, uma aventura ultraconservadora travestida de "nova política", que não dispensa nem as famílias Roberto Marinho (da capiciosa Rede Globo) e Civita (da enojante revista Veja), nem os igualmente enojantes Silas Malafaia e Marcos Feliciano - os mesmos que consideram homossexualismo doença e obra do satanás.
A única forma de combatermos esse neojanismo temerário e potencialmente desastroso para os rumos estratégicos do Brasil e para a estabilidade democrática é nos reunirmos, discutirmos, avaliarmos o curso dos acontecimentos e irmos à luta para esclarecer nossos vizinhos, amigos, parentes, colegas de trabalho, entre os tantos que se mostram iludidos pela fala confusa dessa candidata. Aqui, vale o provérbio: "Atrás da confusão, mora o lobo".
Por isso estamos convidando você para o que segue:
Reuniões todas as 5as. Ffeiras, 19h30 – até o fim da campanha eleitoral
Sede da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
Av. Liberdade, 113, 3º. andar - Próximo à estação Liberdade do Metrô.
Após bolsa educação, juízes lutam por auxílio-transporte
Rio - Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj) luta para que juízes e desembargadores ganhem mais R$ 1.100 de auxílio-transporte. O pedido da entidade foi feito em 5 de agosto e está em análise na presidência do Tribunal de Justiça, que avaliará se vai encaminhar à Assembleia Legislativa (Alerj). Mas, enquanto isso, a corte abriu outra frente de recursos.
Como o ‘Informe do DIA’ revelou nesta quinta-feira, o TJ enviou mensagem à Alerj na qual pede auxílio-educação no valor de 25% do maior subsídio pago pelo Estado (R$ 29 mil). Ou seja, R$ 7.250. O benefício pode atingir quase R$ 9 mil se o aumento da categoria passar no Congresso Nacional. O que elevaria o salário do ministro do Supremo, de R$ 29.462 para R$ 35.919, e de outros servidores do estado.
O bolsa educação também inclui R$ 20 mil ao ano para os magistrados investirem em estudo. Já os servidores receberiam R$ 500, para estudos, e até R$ 3 mil, para a educação dos filhos. “Queremos paridade com o Ministério Público que já recebe o auxílio-transporte e recursos para educação”, defendeu o presidente da Amaerj, Rossidélio Lopes.
As pretensões da magistratura na Alerj para garantir o auxílio-educação, por enquanto, vão ficar em banho-maria. É que os deputados estão em campanha e não querem enfrentar a repercussão negativa. “Antes da eleição ou depois, voto contra. A Justiça parece que não entendeu o recado das ruas, no ano passado, com as manifestações que caracterizaram falta de representatividade. Nenhum professor do estado ganha o que os magistrados querem de auxílio-educação”, criticou o deputado estadual Marcelo Freixo, do Psol.
Nos bastidores, nem os parlamentares que não querem brigar com a Justiça se articulam para votar a mensagem do tribunal agora. Os pedidos dos desembargadores normalmente são tratados com mais rapidez na Casa. No ano passado, por exemplo, os deputados aprovaram o auxílio-moradia para magistrados e membros do Ministério Público sem questionamentos. Atualmente, os valores giram em torno de R$ 5 mil, segundo desembargadores ouvidos pelo DIA .
Advogados e servidores criticam discrepância dos benefícios aos magistrados
A discussão sobre o auxílio-educação da magistratura promete ser acirrada. O presidente do Sindicato dos Advogados do Estado do Rio de Janeiro, Álvaro Quintão, promete ir em busca de apoio na Alerj para barrar o benefício. “Isso é um absurdo. Os deputados têm que discutir os parâmetros do tribunal. A presidência diz que não tem dinheiro para contratar juízes, mas para benefícios há verba”, criticou Quintão.
A favor do auxílio-educação, o Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário ressalta a disparidade entre o benefício concedido aos funcionários e aos magistrados. “Para os servidores, eles variam de R$ 500 a R$ 3 mil, enquanto para os magistrados pode chegar a R$ 9 mil, se houver o aumento salarial para mais de R$ 35 mil em discussão no Congresso. Não concordamos”, explicou o coodenador-geral Alzimar Andrade.
Nesta quinta-feira, Andrade foi recebido pela presidenta da Comissão de Legislação e Normas do Tribunal de Justiça (Colen), Monica Di Piero, responsável pela elaboração do projeto de lei original do auxílio-educação, cujo texto modificado foi aprovado pelo Órgão Especial e encaminhado à Alerj.
“O Sindicato defende o auxílio-educação em valores compatíveis, sem absurdos. Até porque outros órgãos têm, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado”, afirmou Alzimar Andrade. Com os benefícios, os magistrados driblam o teto salarial dos desembargadores, de quase R$ 27 mil. “Líquido só recebo pouco mais de R$ 14 mil”, reclamou o desembargador Siro Darlan.
Promotores e procuradores de Justiça conquistaram auxílio-educação em maio
Promotores e procuradores de Justiça conquistaram auxílio-educação em maio
Benefício é reivindicado pelo Tribunal de Justiça
FERNANDO MOLICA
Rio - Promotores e procuradores de Justiça conseguiram, em maio, o direito de receber auxílio-educação, agora reivindicado pelo Tribunal de Justiça. O projeto que garantiu a concessão foi aprovado pela Assembleia Legislativa e sancionado pelo governador Pezão.
Integrantes do Ministério Público podem requerer o benefício para até três dependentes: por cada um, recebem R$ 906,82 mensais. O auxílio-educação dos servidores do MP tem valor menor —R$ 635 por filho—, existe há dez anos e é embolsado por 882 funcionários.
Mais que o dobro
O precedente foi citado pela presidente do TJ, Leila Mariano, ao fazer o pedido. Mas o projeto não diz que, para magistrados, o benefício, de até R$ 7.250, seria 2,66 vezes maior do que o do MP.
Salários
Promotores e procuradores têm salários entre R$ 23.997 e 26.589. Ainda recebem auxílio creche e auxílio alimentação.
Campanha
O grupo Meu Rio criou um abaixo-assinado virtual para que cidadãos pressionem deputados estaduais a não aprovar a concessão do auxílio educação para magistrados
DOS ABSURDOS POSTADOS NA INTERNET
Publicação by Vi Meirim.
Ah.... se fosse verdade... como banana todo dia e ai de mim se não tomar a medicação.... banana não tem lítio. Só isto. Depressão é coisa séria, não dá para divulgar folclore....
Enfim, eu acho que as pessoas acham que banana é bom para depressão porque macaco come banana e vive rindo. Cansei de esclarecer o povo. Vou deixar com o Dráuzio.
10 de setembro de 2014
9 de setembro de 2014
Eleições 2014 - matéria da revista CARTA CAPITAL publicada hoje
Eleições 2014
CNT/MDA: Dilma sobe e chega a empate técnico com Marina no 2º turno
A petista, candidata à reeleição, reduziu pela metade a vantagem da ex-senadora. Aécio Neves oscilou para baixo no primeiro turno
por Redação — publicado 09/09/2014 11:13, última modificação 09/09/2014 11:34
A nova rodada da pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira 9 mostrou uma importante alta da presidenta Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, em um eventual segundo turno com Marina Silva (PSB). No levantamento anterior, divulgado no fim de agosto, Marina aparecia 5,9 pontos à frente de Dilma no segundo turno (43,7% x 37,8%), mas agora a petista subiu 4,9 pontos, chegando a 42,7%, o que a deixa em empate técnico com Marina, que subiu menos e foi a 45,5% das intenções de voto. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos para cima ou para baixo e a diferença entre as duas é de 2,8 pontos, elas estão empatadas tecnicamente.
O levantamento mostra também a polarização cada vez maior da corrida ao Planalto. Tanto Dilma quanto Marina tiveram altas expressivas, enquanto caiu a votação de Aécio Neves (PSDB) e diminuiu o número de votos brancos, nulos e de indecisos. Em agosto, Dilma aparecia em primeiro lugar no primeiro turno, com 34,2% das intenções de voto, contra 28,2% de Marina Silva e 16% de Aécio Neves. O número de votos brancos e nulos era de 8,7% e o de indecisos, de 10,4%. Agora, Dilma foi a 38,1% (alta de 3,9 pontos) no primeiro turno, contra 33,5% de Marina Silva e 14,7% de Aécio. Os eleitores que dizem votar em branco ou nulo nesta situação somam 5,9% e os indecisos são 5,7%.
Na pesquisa espontânea, aquela em que os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitor, Dilma e Marina também tiveram altas significativas. Esse dado indica consolidação do voto nas duas. Enquanto isso, a intenção de voto espontânea em Aécio Neves caiu. Dilma foi de 26,4% em agosto para 30,9% em setembro, enquanto Marina subiu de 18,6% para 25,8% agora. No mesmo intervalo, Aécio Neves caiu de 11,3% para 10,1%.
Outro bom sinal para Dilma Rousseff foi a queda em sua taxa de rejeição. Em agosto, 45,5% dos entrevistados diziam que não votariam na petista de jeito nenhum. Agora, esse índice foi para 41,7%. Com Marina, o caminho foi inverso. Sua taxa de rejeição aumentou de 29,3% em agosto para 31% em setembro.
A subida de Dilma pode estar relacionada à melhora da avaliação de seu governo. Entre agosto de setembro, o índice de pessoas que avaliava o governo como regular passou de 37,4% para 39%, enquanto as avaliações positivas foram de 33,1% para 37,5%. A avaliação negativa do governo caiu de 28,8% em agosto para 23% agora.
A pesquisa CNT/MDA foi realizada entre 5 e 7 de setembro, e contou com 2002 entrevistas em 137 municípios de todas as regiões do País. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o número BR - 00574/2014.
registrado em: Eleições 2014 Marina Silva Dilma Rousseff PT PSB Aécio Neves PSDB CNT/MDA
CNT/MDA: Dilma sobe e chega a empate técnico com Marina no 2º turno
A petista, candidata à reeleição, reduziu pela metade a vantagem da ex-senadora. Aécio Neves oscilou para baixo no primeiro turno
por Redação — publicado 09/09/2014 11:13, última modificação 09/09/2014 11:34
A nova rodada da pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira 9 mostrou uma importante alta da presidenta Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, em um eventual segundo turno com Marina Silva (PSB). No levantamento anterior, divulgado no fim de agosto, Marina aparecia 5,9 pontos à frente de Dilma no segundo turno (43,7% x 37,8%), mas agora a petista subiu 4,9 pontos, chegando a 42,7%, o que a deixa em empate técnico com Marina, que subiu menos e foi a 45,5% das intenções de voto. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos para cima ou para baixo e a diferença entre as duas é de 2,8 pontos, elas estão empatadas tecnicamente.
O levantamento mostra também a polarização cada vez maior da corrida ao Planalto. Tanto Dilma quanto Marina tiveram altas expressivas, enquanto caiu a votação de Aécio Neves (PSDB) e diminuiu o número de votos brancos, nulos e de indecisos. Em agosto, Dilma aparecia em primeiro lugar no primeiro turno, com 34,2% das intenções de voto, contra 28,2% de Marina Silva e 16% de Aécio Neves. O número de votos brancos e nulos era de 8,7% e o de indecisos, de 10,4%. Agora, Dilma foi a 38,1% (alta de 3,9 pontos) no primeiro turno, contra 33,5% de Marina Silva e 14,7% de Aécio. Os eleitores que dizem votar em branco ou nulo nesta situação somam 5,9% e os indecisos são 5,7%.
Na pesquisa espontânea, aquela em que os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitor, Dilma e Marina também tiveram altas significativas. Esse dado indica consolidação do voto nas duas. Enquanto isso, a intenção de voto espontânea em Aécio Neves caiu. Dilma foi de 26,4% em agosto para 30,9% em setembro, enquanto Marina subiu de 18,6% para 25,8% agora. No mesmo intervalo, Aécio Neves caiu de 11,3% para 10,1%.
Outro bom sinal para Dilma Rousseff foi a queda em sua taxa de rejeição. Em agosto, 45,5% dos entrevistados diziam que não votariam na petista de jeito nenhum. Agora, esse índice foi para 41,7%. Com Marina, o caminho foi inverso. Sua taxa de rejeição aumentou de 29,3% em agosto para 31% em setembro.
A subida de Dilma pode estar relacionada à melhora da avaliação de seu governo. Entre agosto de setembro, o índice de pessoas que avaliava o governo como regular passou de 37,4% para 39%, enquanto as avaliações positivas foram de 33,1% para 37,5%. A avaliação negativa do governo caiu de 28,8% em agosto para 23% agora.
A pesquisa CNT/MDA foi realizada entre 5 e 7 de setembro, e contou com 2002 entrevistas em 137 municípios de todas as regiões do País. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o número BR - 00574/2014.
registrado em: Eleições 2014 Marina Silva Dilma Rousseff PT PSB Aécio Neves PSDB CNT/MDA
AS COLHERES DE CABO COMPRIDO
AS COLHERES DE CABO COMPRIDO
Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em Volta e as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados.
Não havia fome, nem sofrimento. 'Eu não compreendo', disse o homem a Deus, 'por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?'
Deus sorriu e respondeu:
Você não percebeu?
É Porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros.
Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em Volta e as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados.
Não havia fome, nem sofrimento. 'Eu não compreendo', disse o homem a Deus, 'por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?'
Deus sorriu e respondeu:
Você não percebeu?
É Porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros.
Publicação by Caritas.
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